Todo o Amor Que Houver Nessa Vida

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Eu quero a sorte de um amor tranquilo

Com sabor de fruta mordida

Nós na batida, no embalo da rede

Matando a sede na saliva

 

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nesta vida

E algum trocado pra dar garantia

 

E ser artista no nosso convívio

Pelo inferno e céu de todo dia

Pra poesia que a gente não vive

Transformar o tédio em melodia

 

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nesta vida

E algum veneno anti-monotonia

 

E se eu achar a tua fonte escondida

Te alcanço em cheio, o mel e a ferida

E o corpo inteiro como um furacão

Boca, nuca, mão e a tua mente não

 

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nesta vida

E algum remédio que me dê alegria

Autor: Cazuza / Frejat

créditos de imagem para gpointstudio – br.freepik.com

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By 8 Arroba