A sociedade agradece!!

Share on facebook
Share on google
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on linkedin

Sim… tudo mudou! Desde o Estatuto do Idoso em 2003 e dos vários projetos sociais nascidos desde então, o idoso saiu da exclusão e começou a conhecer, buscar e entender suas verdadeiras necessidades. Passou por uma transição da figura do “bom velhinho” sem opinião, sem motivo de continuar sonhando, aprendendo e buscando prazer; para aquela na qual diz o que pensa, que ainda aprende novas habilidades, que não tem vergonha de se expor e ser feliz.

O idoso se empodera graças aos grupos formados através de ONGs, Instituições e Programas Sociais. Encontram-se para cuidar de si, amar a vida e sentir-se útil. É fora de suas casas e do convívio familiar que as mudanças têm acontecido. Uma sociedade na qual os pais tentam transferir a responsabilidade da educação dos filhos para as escolas; vemos também filhos tentando transferir a sua responsabilidade para as organizações cuidarem de seus anciãos. Portanto, mais do que a tarefa e o compromisso de trazer novas possibilidades de escolha e mudanças de ponto de vista do idoso do que é envelhecimento e como envelhecer com leveza; as organizações precisam enfrentar também este desafio e missão.

O idoso ainda se queixa da falta de atenção, afeto, do abuso ou maus-tratos psicológicos, negligência e autonegligência, abandono, abuso financeiro, sem contar outros tipos de violência doméstica que raramente chegam ao conhecimento das organizações.

A ABRATI identifica em seu trabalho o desenvolvimento de estratégias que contemplem o bem-estar físico, emocional, social e espiritual de seus beneficiários. E também pretende servir de ponte entre seus idosos e a maneira como a sociedade os veem e tratam.

Viviane S. Lopes

Psicóloga e Coordenadora Técnica Operacional da ABRATI

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

By 8 Arroba